Essa é uma das buscas mais frequentes de quem está com dormência, dor ou perda de força na mão, e a confusão faz sentido. As pessoas procuram por “médico de mãos”, “ortopedista de mão”, “especialista em mãos”. São formas populares de nomear uma especialidade que tem nome próprio: Cirurgia da Mão.
Ortopedista, clínico, neurologista: quem faz o quê
O ortopedista é o médico do sistema musculoesquelético como um todo: ossos, articulações, tendões e ligamentos. Dentro da ortopedia existem áreas de atuação, e a Cirurgia da Mão é uma delas, dedicada a mão, punho, antebraço e cotovelo.
O neurologista entra quando a suspeita é de doença do sistema nervoso, e o reumatologista quando o quadro sugere doença inflamatória sistêmica, como artrite reumatoide. Muitas vezes esses profissionais trabalham em conjunto: um mesmo sintoma, como dormência nos dedos, pode ter origem no punho, no cotovelo ou no pescoço.
Por que a mão tem especialista próprio
A mão concentra, em poucos centímetros, mais de vinte ossos, dezenas de tendões, artérias finas e nervos responsáveis por movimento fino e sensibilidade. É a estrutura com que você trabalha, escreve, cozinha e reconhece o mundo pelo tato. Uma diferença de milímetros no diagnóstico ou na conduta pesa sobre a função da mão, e é por isso que a área ganhou formação e certificação específicas.
Como conferir se o médico é especialista, em 1 minuto
No Brasil, o especialista registrado tem o RQE, Registro de Qualificação de Especialista, vinculado ao CRM. Ele é público:
- Anote o CRM e o estado do médico;
- Consulte no portal do Conselho Federal de Medicina, em portal.cfm.org.br;
- Confira quais especialidades e áreas de atuação aparecem no registro dele.
Um médico pode ter mais de um RQE: um para a especialidade, outro para a área de atuação. No caso do Dr. Max Lopes Jr, o registro é CRM-GO 9028, com RQE 5578 em Ortopedia e Traumatologia e RQE 7303 em Cirurgia da Mão.
Sinais de que é hora de procurar o especialista da mão
- Dormência ou formigamento que acorda você à noite;
- Dedo que trava, estala ou não estica;
- Perda de força para segurar objetos ou abrir potes;
- Dor no punho ou no cotovelo que já dura semanas;
- Fratura, corte profundo ou lesão recente na mão, que é situação de urgência.
O que levar na avaliação
Leve exames anteriores, se houver, como raio-X, ultrassom, ressonância ou eletroneuromiografia, e relatórios de outros profissionais. Se não tiver nenhum, não é problema: a avaliação clínica define o que é necessário solicitar. Anotar quando os sintomas começaram e o que piora ou melhora ajuda mais do que parece.
Fontes
- Conselho Federal de Medicina (CFM), consulta pública de registro e RQE.
- Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão (SBCM), sobre a especialidade.
Conteúdo informativo. Não substitui a avaliação médica individual.
Quer saber o que é indicado para o seu caso?
Nenhum artigo substitui uma avaliação. Agende com o Dr. Max Lopes Jr, em Goiânia, e saia com o diagnóstico explicado e um plano definido.
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